The Great Famine – Building the myth
On 30/11/2022 by Mario LoboAlthough both Snyder and Applebaum are presented as historians, dressing themselves up with the validity of science, truth is they never went to the extent of having their views on the 1933-32 famine validated by the scientific community: this would be done by submitting their theses to a peer revied reviewed publications.
Von der Leyen’s hiccup
On 30/11/2022 by Mario LoboThe most recent hiccup, let’s call it hiccup, of von der Leyen has three quick readings to be made. For those not aware the European Commission published a statement by its president announcing 100 thousand dead Ukrainian soldiers, plus 20 thousand dead civilians.
Ponto Rebuçado
On 27/11/2022 by Mario LoboMas as caixas de comentário mostram outra realidade. Mostram uma realidade duma sociedade em ponto rebuçado, pronta para explodir. Entre a total ignorância sobre ser a Belarus um país independente, forçado a uma maior dependência da Rússia por via das inconsequentes sanções que lhe são impostas, e o axioma primeiro da escola de relações internacionais de Varsóvia, em que tudo o que acontece à oriente do Bug (ou mesmo do Oder) é da responsabilidade de Moscovo, o condicionado useiro da caixa de comentário salta espumando a gritar “Rússia… Rússia…”
Este caso é paradigmático da ignorância de tudo o que se passa agora na Ucrânia. Ninguém de facto sabe seja o que for desse zona da Europa. Muitos não sabiam sequer localizar a Ucrânia no mapa, muitos ainda não sabem, mas são especialistas em geopolítica. Outros sem distinguir uma pistola dum regador conhecem tudo sobre misseis.
Da Partilha de Valores
On 15/11/2022 by Mario LoboDurante todo este tempo ouvimos repetidas vezes da boca da senhora Von Der Leyen, cuja função deveria ser a gerir a comissão e não de fazer declarações de orientação política, a apelo aos valores partilhados entre a UE e a Ucrânia. Nunca, no entanto, foram especificados quais são esses valores.
Obrigado, Camarada Jerónimo
On 06/11/2022 by Mario LoboA decisão de substituir o Secretário-Geral tem que ser sempre natural. Deve estar sempe em cima da mesa. Deve ser sempre fácil de tomar e executar – e o Partido deve estar sempre preparado para a tomar. Sempre. A partir do momento que há um novo Secretário-Geral este deve ser substituível – não há Colectivo de nenhuma outra forma.
Jerónimo de Sousa foi o Secretário-Geral certo no momento que foi escolhido. Do trabalho que fez só podemos agradecer. Mas os tempos são outros, e são outros há já algum tempo.
A escolha de um novo Secretário-Geral para o Partido Comunista Português, processo natural, só peca por tardia.