O que me parece, acho eu, é que a esquerda identitária além de ser divisiva, além de ser individualista, e não procurar consensos, antes os repelir, procurar fazer alianças apenas com as pessoas do mesmo grupo, concentra a sua acção na reivindicação de que as minorias estejam representadas no 1% que controla 90% dos recursos, e menos no facto de 1% controlar 90% dos recursos.

Os chineses abriram restaurantes à nossa porta, os ditos terroristas são hoje governantes respeitáveis e Carl Marx, o ateu barbudo, é um simpático avô que não deixou descendência. O preço dessa construção de terror foi, no entanto, trágico para o continente africano. Em nome da luta contra o comunismo, cometeram-se as mais indizíveis barbaridades.