Há quase 4 anos fui fazer para o BOM DIA a “cobertura” do Luxembourg Film Festival. O desafio era produzir alguns textos sobre os filmes que fosse ver e, antes de mais, permitir-me exercitar o meu enferrujado português.O resultado foram 5 textos. Em escrita livre. Falando do filme que vi, ou não…
Ficam aqui, agrupados, por pura vaidade.

Longe vão os tempos em que a minha formação política se fazia em conversas e com músicas. Chego mesmo a olhar com alguma complacência a minha inocência de então. Mas, apesar disso, ou talvez por isso mesmo, viro-me muitas vezes para o FMI do José Mário Branco para me ajudar a entender esse ser político que é o Português.

O que me parece, acho eu, é que a esquerda identitária além de ser divisiva, além de ser individualista, e não procurar consensos, antes os repelir, procurar fazer alianças apenas com as pessoas do mesmo grupo, concentra a sua acção na reivindicação de que as minorias estejam representadas no 1% que controla 90% dos recursos, e menos no facto de 1% controlar 90% dos recursos.

From a geopolitical perspective Belarus is more ready now to be seduced by the west that it ever was. Further postponing on action from the EU will only push the country into Russia – although or different reasons, similar to what happened with Moldova where Russia constitutes more and more the “escape pod”. The recent developments with the prices of oil supply show that the tension is increasing. We cannot, nonetheless, expect for Belarus to, single-handed and extremis, simply cuts bonds with Russia – winters are pretty cold in Belarus without Russian energy.

Mazur, we are informed by the Unian, works for the Commissioner for Human Rights in the scope of the Ukrainian parliament. A noble mission, in fact.
Meanwhile he is one of the leaders of the Ukrainian National Assembly, of which the Ukrainian People’s Self-Defense Party is the paramilitary branch. The UNA is a far-right political formation and the UNSO is known for it’s participation in multiple post-soviet conflicts.